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domingo, 27 de outubro de 2013

Temporada de séries 2013


A temporada de séries (Ou show de TV como queiram) começou com gratas surpresas (E algumas decepções que logo foram canceladas). Estúdios de TV sempre em busca de melhores atrações para atrair o público não medem esforços para que seus programas sejam cada vez mais elaborados, cheios de efeitos especiais e bons roteiros.


Entre as mais antigas, séries consagradas como Once Upon a Time fez tanto sucesso que houve necessidade de criar um derivado para que mais “contos de fadas” pudessem ser trabalhados. Once Upon a time in Wonderland conta a história de Alice no país das maravilhas sob os olhos dos figurões da ABC. Trazendo a fórmula que tanto agradou na série original, Wonderland mostra Alice sendo uma moça de 20 e poucos anos apaixonada pelo gênio da lâmpada do Aladin que foi sequestrado e é mantido preso pela rainha de copas e Jafar. A série é um pouco mais rápida já que a proposta é que ela tenha no máximo (Se os produtores assim acharem conveniente) três temporadas. O roteiro é muito bom, não deixa buracos além do necessário para manter o mistério e os personagens são fortes e marcantes. O único ponto fraco da série é em relação aos efeitos especiais, que parecem mal feito ou feito às pressas; mas não estraga em nada a série no geral.


Já a FOX vem com uma proposta um pouco mais sombria. SleepyHollow traz à tona a lenda do cavaleiro sem cabeça, mas, digamos, com um universo estendido. Na série a cidade começa a presenciar misteriosos assassinatos. Crane, que teve seu destino ligado a um soldado mascarado depois de uma sangrenta batalha, volta à vida através de uma magia que sua mulher lhe fez 200 anos atrás. Aparentemente a cidade esteve no epicentro da guerra da independência e George Washington possuía mais mistérios do que se imaginava. Icabogh Crane precisa se unir a Tenente Mills para poder resolver esses misteriosos assassinatos que envolvem magia negra e os quatro cavaleiros do apocalipse. Um roteiro forte, e citações e referências a história dos Estados Unidos são o ponto forte da série que foca a desconfortável relação de um soldado do século XVIII com a modernidade do século XXI.


A NBC resolveu fazer mais do mesmo com Drácula. Usando como base o livro de Bran Stroker, Drácula volta à vida numa série repleta de luxuria, acordos escusos e fortes uniões de personagens que durante alguns séculos foram inimigos. Jonathan Rhys Meyer (Henrique VIII da série Tudors) dá a vida ao personagem título com um toque de modernidade ligada à antigas tradições. O piloto foi ao ar esta semana e já nos primeiros 10 minutos notamos que em nada lembra as funérias histórias vampíricas que tem nos bombardeado ultimamente. Drácula volta com sede de vingança (Vendeta como foi mencionado). Adotando o nome de Alexander, Drácula está atrás dos membros de uma ordem chamada Ordem do Dragão, responsáveis pela morte de seu grande amor, ressuscitado na pele da doce Mina. Todos nós conhecemos a história, resta esperar para saber que modificações a NBC nos trará. Mas não se assustem, ao menos por enquanto, ele não brilha no sol.


Falando em Tudors, parece que a sede de conhecimento da época de Henrique VIII não cessa. Reign, nova série da CW, e minha aposta mais quente, conta a história de Mary Stuart, rainha da Escócia na época em que a mesma era independente da Inglaterra e sua principal inimiga A série se passa no conturbado episódio em que Mary fora prometida para o filho de Henrique VIII dando início a um conflito religioso entre a Inglaterra protestante e a Escócia católica. Com 15 anos, Mary foi obrigada a abandonar o convento onde morava e seguir para a França a fim de conhecer seu futuro marido, o príncipe Francis. Não fugindo de suas origens a CW nos brinda com triângulos amorosos, conflitos políticos e magia. Para reforçar isso, há a aparição de Nostradamus como conselheiro da Rainha que, depois de uma visão, organiza planos para que Mary não se case com seu filho. Além de um roteiro sério, figurinos e locações belíssimas, o canal nos brinda com uma trilha sonora jovem, vibrante e alegre, contraponto com as intrigas e traições da corte francesa.

Além dessas, outras séries merecem destaque como Agents ofShields (com um Phil Coulson tendo que explicar sua milagrosa sobrevivência),Atlantis (Com mitos e lendas Gregas, a série se passa na cidade perdida de Atlantida), Tomorrow people (Que apesar de tratar de mutantes, é algo completamente diferente dos estudantes do professor X) e Bruxas de East End (Uma família de bruxas tentando encontrar caminhos para burlar uma terrível maldição). Há ainda as já consagradas Revolution, que em sua segunda temporada parte do ponto pós bomba nuclear e Onde Upon a Time, onde Emma precisa enfrentar seus medos para salvar seu filho das mãos de Peter Pan.

Programas não faltam. Muitas outras séries novas e renovadas estão com fôlego novo para essa, que promete ser uma das melhores temporadas para aqueles que não perdem a oportunidade de entretenimento de qualidade.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Os vilões do mundo do entretenimento


Por Vanessa Carvalho

Um sábio já disse uma vez “não existe um grande herói sem um grande vilão”. Esse sábio, por algum acaso se chama Stan Lee, o maior criador de heróis e vilões que se tem notícia. Mas vamos começar pelo princípio.
O mundo do entretenimento é movido por números. Números nas contas bancárias dos produtores, estúdios, e tantas outras pessoas que fazem dele seu ganha pão, e quando falamos disso, é uma necessidade orgânica que haja empatia com o público. E isso é feito através de personagens cativantes. E em sua grande maioria (Acreditem não é pouco) cabe aos vilões esse papel. Quantas vezes você já não se pegou torcendo pelo vilão única e exclusivamente por ele ser loucamente irônico? Ou simplesmente pelo fato de ele ser completamente apaixonante?

Se alguém ainda tem alguma dúvida, é só ver a legião de fãs que existem para personagens como Darth Vader, ou o Coringa, ou até mesmo pelo Loki? Se você gostar da chamada cultura nerd, provavelmente vai ter mais empatia por esses personagens no cinema que nos próprios mocinhos. Digo mais, o que salvou o filme “Cavaleiro das Trevas” foi justamente o Coringa e sua incrível capacidade de ser irônico. É impossível se falar em Star Wars e não pensar em Darth Vader e suas frases perturbadoramente verdadeiras. Ou então, confesse que Os Vingadores não seria a mesma coisa se não houvesse o Loki para fazer equilíbrio com tantos heróis carismáticos.

Não, para um herói carismático é necessário um vilão tanto quanto ou até mais para poder existir o equilíbrio. Nas novelas, por exemplo? Vale tudo não seria a mesma coisa sem Maria de Fátima e Odete Roitman que até hoje estão fazendo sucesso, passa o tempo e ninguém consegue se esquecer delas. E o que falar de Nazaré Tedesco, Carminha e Tereza Cristina? Garanto que suas respectivas novelas não seriam a mesma coisa sem elas. O que dizer da personagem de Renata Sorrah na frente do espelho olhando sensualmente falando com sua voz sexy “Gostosa”. Ou Teresa Cristina agradecendo a ela com sua voz cínica no pé da escada de sua casa? Não, as novelas não seriam a mesma coisa sem elas.


Mas o segmento que podemos encontrar milhões de vilões carismáticos é, sem dúvida nenhuma, a literatura. Desde quando o mundo era apenas um embrião, a literatura vem nos brindando com personagens tão fortes que o fato de ser vilão fica em segundo plano. Ou alguém duvida de que Sarumã, ou mesmo Sauron? Quem não gostaria de ter o Um Anel para todos controlar? São personagens tão marcantes que é impossível você não simpatizar com eles, mesmo que você queira acabar com a existência da maioria deles. Outro que de tantos fãs e seguidores passou para o mundo dos mocinhos foi Lestat. O cara tem tantos fãs que ele simplesmente deixou de ser o vilão de Entrevista com o Vampiro e passou a ser o mocinho de A Rainha dos Condenados, tamanho foi a aceitação dele junto ao grande público. E eu acho que o campeão é Voldemort. Os “Potterheads” como são conhecidos os fãs mais fervorosos da saga do bruxinho o chamam inclusive de Tio. Você não pode ser fã seja dos livros, seja dos filmes, do bruxinho e não amar aquele que não deve ser nomeado.


Não, é impossível você ter um grande herói sem um fantástico vilão. E o exemplo disto está nesta novela Amor à vida. Félix simplesmente se tornou, da noite para o dia, o principal personagem da trama de Walcyr Carrasco. Tanto que em apenas um dia, a página no Facebook “Félix bicha má” superou o número de curtidas que o seu criador esperava.


Vilões se tornam interessantes por justamente ser algo que está muito além do que seria aceitável na realidade. Alguns deles, como os vilões criados por Stan Lee, por exemplo, são complexos, pois há de se ver que não são totalmente vilões. A sua essência, muitas vezes existe o conflito entre o que eles acreditam, com o que eles estão fazendo e com as suas consciências. E isso chama muito mais a atenção que os mocinhos com toda aquela essência ética e cheia de moral.

Não existiria um grande herói sem seu vilão. E o que podemos chamar de vilão?

sábado, 25 de maio de 2013

Bye Bye, Marilyn


"Vida - Eu sou de ambas as suas direções. De alguma forma, permanecendo de cabeça para baixo na maior parte, mas forte como uma teia de aranha no vento – eu existo mais com a geada fria e cintilante. Mas os meus raios borbulhantes têm as cores que vi nas pinturas – ah vida eles traíram você". (Marilyn Monroe)
por Thiago Andrade

Não resta dúvidas de que Marilyn Monroe é um dos maiores ícones da cultura pop mundial. Quem nunca cantou "Happy Birthday" pensando na homenagem de Marilyn ao "Mister President" JFK? Embora tenha falecido em 1962, sua história ainda gera interesse para a indústria do cinema e da televisão. O último filme de sucesso sobre a história da atriz, cantora e modelo foi "Minha Semana com Marilyn", em 2011, estrelado por Michelle Williams, que foi indicada ao Oscar pelo papel.  


O filme contribuiu para que o alterego de Norma Jeane voltasse a ficar em evidência e, em 2012, a NBC lançou o musical dramático, Smash, tendo Marilyn como centro da narrativa. Criada por Theresa Rebeck e produzida por Steven Spielberg, o primeiro episódio da trama foi assistido por mais de 11 milhões de pessoas. 


A história gira em torno dos bastidores da criação de um musical da Broadway, baseado na vida de Marilyn, denominado Bombshell. Nesse sentido, a escolha para o papel de protagonista se torna o fio condutor de uma disputa, que envolve troca de favores, sexo, dinheiro, relacionamentos, interesses e, até mesmo, ingenuidade e inexperiência. 

De um lado temos Katharine McPhee, vice-campeã da quinta temporada do American Idol, dando vida a Karen Cartwright, uma mulher simples, que trabalha como garçonete e sonha em ganhar os palcos e cantar. Do outro, temos Megan Hilty, que já trabalhou em muitos Musicais da Brodway, encarnando Ivy Linn, uma atriz veterana, que quer a tudo custo uma oportunidade para estrelar uma peça. 



Além da talentosa Anjelica Huston, junta-se ao elenco principal Debra Messing, Jack Davenport e Christian Borle. Uma Thurman participa de cinco episódios e tem grande destaque, como Rebecca Duval.


Com musicas originais e alguns covers, a primeira temporada foi bem sucedida e ganhou, inclusive, CD com as melhores interpretações. A forma como a trama foi conduzida, envolveu o telespectador no mundo de Marilyn, mas mais interessante, mostrou um lado pouco explorado dos musicais, que é as relações e as pressões que produtores, escritores, diretores e atores sofrem. Os personagens são humanos, cometem erros e acertos e, muitas vezes, têm suas atitudes compreendidas pelo público. 

A definição da protagonista só acontece no final da primeira temporada, de forma surpreendente. A season finale traz um número incrível, com uma canção chamada "Don't Forget Me". Quer letra melhor para terminar uma temporada?


No entanto, na segunda temporada, Smash passou por diversos problemas, o primeiro deles foi a saída de sua criadora, Theresa Rebeck, da equipe. O foco da trama muda, Marilyn e Bombshell ficam num segundo plano. Don't Forget Me não parece mais ter tanto sentido. Vemos relações sendo rompidas e outras sendo criadas, mas sem a mesma força que as anteriores. A maioria dos números traz músicas originais, que são boas, mas que por serem desconhecidas geram um pouco de desinteresse no público. Até a participação de Jennifer Hudson ficou um pouco confusa no contexto da temporada. Porém, rendeu bons números como este:



A audiência despencou e a NBC alterou o dia de exibição da série várias vezes. No fim, a Smash foi transferida para sábado à noite, o que indicava o seu cancelamento, por ser considerado um horário de desova de seriados. A emissora prometeu exibir todos os episódios da segunda temporada, que nas últimas semanas tem recuperado a audiência. No entanto, isso não irá impedir o fim do programa, neste domingo, 26 de maio. 

A boa notícia para os fãs é o que episódio final promete dar um bom desfecho à série. Intitulado de "The Tonys", poderemos ver a maior premiação para os artistas da Broadway, num episódio de duas horas de duração. Talvez essa seja a forma de a NBC nos dar a oportunidade de nos despedir dignamente de Marilyn. Pelo menos até um próximo filme, um próximo livro, um próximo programa ou um próximo Happy Birthday To You. 

sábado, 19 de janeiro de 2013

Smallville, eu curto!


Por Christian Henrique

A série conta a trajetória de Clark Kent (Tom Welling), um adolescente quase comum, se não fosse pelos seus poderes especiais. A ideia central da série é mostrar como seria a vida do homem de aço e toda a sua trajetória se a sua nave tivesse caído na Terra nos tempos atuais, mesclando a modernidade do século XXI com elementos e valores antigos, já conhecidos por todos, referente ao universo do Superman. Tom Welling (Clark Kent), Kristin Kreuk (Lana Lang), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Eric Johnson (Whitney Fordman), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), Annette O'Toole (Martha Kent), John Schneider (Jonathan Kent) e participação especial de John Glover, interpretando Lionel Luthor, pai de Lex Luthor.

No Brasil, a série é transmitida pelo canal a cabo Warner Channel e pela rede de televisão aberta (SBT), que já exibiu as oito primeiras temporadas da série.

O SBT Confirmou a exibição da 9ª temporada inédita para o segundo semestre.

A série é uma das que mais me interessam, por reunir ação, aventura, ficção cientifica, heroísmo  vilania, comédia, romance. O que me faz lamentar bastante o fato de ter tido um fim. A série terminou na 10ª temporada, Então, essa postagem é apenas para evidenciar o meu carinho pelo seriado e convidar aos fãs para que assistam na TV aberta (SBT) a penúltima temporada. Vamos prestigiar, pessoal!

sábado, 12 de janeiro de 2013

E viva a inocência!


Por André Cavalini

O mundo materialista em que vivemos hoje, onde os bons sentimentos e pensamentos são deixados de lado porque estão fora de moda, e onde essa tal moda é construída em cima de valores cada vez mais sem valores, me chama a atenção e me enche os olhos trabalhados elaborados com base na simplicidade dos bons sentimentos, que tragam em seu conteúdo algo que estamos perdendo dia a dia, mas que deveríamos sempre preservar em nosso interior: a inocência! A pureza que um dia tivemos na melhor fase de nossas vidas, quando acreditávamos na magia, no encanto e na fantasia.
Sim, a realidade é dura, sabemos muito bem. Mas a dureza da realidade é muito melhor enfrentada com as armas do sonho. Temos sim, que ter os pés nos chãos, mas soltar as asas da imaginação de vez em quando, nunca fez mal a ninguém.
Acredito que todos guardam em seu interior o jeito moleque de ser, mesmo que este esteja lá no fundo do fundo da alma. E se pudesse dar um conselho, diria para deixarmos esse jeito saltar pra fora em alguns momentos da vida.

É por isso que não me surpreende quando uma novela sem grande produção, com elenco modesto e roteiro já assistido em outras versões, como Carrossel, alcança incríveis índices de audiência e se transforma num grande sucesso de nossa atualidade.
Ela possui inocência! Sua fórmula se compõe de elementos que nos transportam ao tempo da escola, das artes feitas com os amigos, dos sonhos sonhados em noites estreladas, da fase mais gostosa da vida.
As crianças adoram porque veem nos personagens aquilo que elas são e estão. Os adultos assistem porque veem nos mesmos personagens aquilo que já foram, e é impossível não trazer uma lembrança a mente e uma lágrima ao coração.


Se o roteiro é bom ou não isso pouco importa, porque numa era onde o que faz sucesso são tramas que falam de vingança, sensualidade e afins, a inocência encontra o seu espaço para respirar, sem precisar de nada mais do que a simplicidade para se destacar.
Não há apelo, há carinho no olhar. E como carinho está tão em falta, nos sentimos afagados também pelas doces mãos da professora Helena, que resistiu bravamente e manteve o sucesso da história em tempos de Carminha.
Não ousaria dizer que Carrossel é a melhor novela que já fizeram, mas digo com toda convicção que poucas histórias conseguiram trazer brilho aos meus olhos como essa.

E ao falar de brilho nos olhos, posso citar aqui o romance Meu pé de laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos, que trilhando o mesmo caminho da novela, construído com simplicidade e tendo base na inocência de uma criança, também conquistou a minha admiração.

Recomendaria para todas as crianças que desejam ler uma gostosa e divertida história, e para todos os adultos que desejem uma incrível viagem de regresso ao tempo da inocência.

1ª adaptação do romance feita pela TV Bandeirantes em 1980

No cinema, destacaria A corrente do Bem, com os consagrados Kevin Spacey e Helen Hunt e o talentoso Haley Joel Osment. Filme marcante por explorar a ideia simples de um garoto sonhador, que pondo seus planos em prática, mostrou que ser simples também significa ser grande.


E nos seriados, me chama a atenção o atual Once Upon a Time, que resgata de maneira bonitinha e inovadora a magia dos contos de fadas, surpreendendo em muitos momentos e fazendo-nos lembrar da força e da importância do amor.


Todos esses trabalhos citados não foram eleitos sob o olhar de um critico. Não foram escolhidos por serem o the best de nenhuma lista e muito menos por serem exemplos  no ramo em que seguem.
Foram eleitos, simplesmente, porque conseguiram resgatar a inocência adormecida em minha alma, levando esse meu coração a bater com mais alegria.

 Arabastéia!

sábado, 22 de dezembro de 2012

Um Instigante Sobrenatural!!!


Por Christian Henrique

Sobrenatural (supernatural), um seriado estrelado por Jader Padalecki como Sam winchester e Jensen Ackles como Dean Winchester.

O Sobrenatural narra a história de dois irmãos e seu pai (John), que caçam demônios e outras criaturas sobrenaturais, é meio que baseado em Arquivo X e Rota 666. No começo do seriado (primeira temporada) aparecem Mary e John (pais de Dean e Sam). Dean (irmão mais velho) e Sam (caçula), como uma família normal e feliz. Sam está com aproximadamente dois anos, no berço, quando de repente aparece alguém derramando sangue em sua boca. As luzes começam a piscar, Mary percebe algo de diferente acontecendo e se levanta da cama para ver o que pode ser. Sai correndo para o quarto de Sam e se depara com alguém ao lado do berço de seu filho, pensa que é John quem está lá e nem se preocupa, então ela anda até o corredor e ouve barulhos na sala (andar de baixo), desce para ver o que é, percebe que a televisão está ligada e John dormindo na poltrona, então ela sai correndo gritando por Sam, volta ao quarto dele e começa a gritar, John acorda e corre até o quarto para saber o que houve, pensa que tudo está normal, pois vê o filho no berço, então gotas caem do teto no berço, quando olha para cima, vê sua esposa queimando no teto, ele tira seus filhos da casa pois está tudo pegando fogo.

Passaram alguns anos, em torno de 20 anos, e os garotos estão adultos. Sam está na Universidade Stanford, fazendo curso de Direito, quando de repente aparece Dean (seu irmão mais velho) falando que o pai deles desapareceu durante uma caçada de demônios, Dean pede ajuda a Sam, só que ele se nega, por ainda guardar mágoas do pai, mas depois de pensar um pouco, ele concorda em ajudar, então os irmãos partem em uma viagem, em busca de seu pai. Depois de uma semana e sem encontrar seu pai, Sam volta para sua casa, encontra sua namorada (Jessica) queimando no teto, da mesma forma que sua mãe, então ele se vê culpado por não ter tê-la protegido, e por ter escondido o segredo de que sua família caçava coisas sobrenaturais. Sam desiste da universidade para voltar a caçar demônio e pegar quem matou sua mãe e sua namorada.

Algum tempo depois, os dois irmãos encontram seu pai (John) que fala do paradeiro do demônio que matou sua mãe, e que planeja matá-lo com uma “colt”, que é um revólver capaz de matar qualquer coisa sobrenatural... E a história prossegue por um caminho de mistério, suspense, adrenalina.  


O Sobrenatural (Supernatural) em minha opinião é uns dos melhores seriados de caçada. Numa mistura de romance, ação, comédia, aventura, e coisas sobrenaturais. Eu adoro!

Em cada episódio, algo novo que eles estão fazendo, algo novo que estão explicando, o Dean Winchester (Jensen Ackles) dá o tom da comedia, fazendo as piadas dele, e a cada episódio eles acabam encontrando pessoas novas, acabam se apaixonando, mas o objetivo maior é vingança, então paixões, romances são palavras proibidas para eles.

Este seriado já passou na televisão (Sbt), mas não lhe deram a devida atenção. Acho que a emissora perdeu muito com isso, pois abandonou a série na terceira ou quarta temporada, e a série agora está em sua oitava temporada. Não sei precisar se é a última, mas tomara que não seja, pois é um bom entretenimento. Recomendo!
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