quinta-feira, 14 de abril de 2011

Entrevista com o Ex-Ator Pornô, Giuliano Ferreira.

Giuliano Ferreira já usou nomes como Julio Vidal, Juliano Ferraz e Lucianno, nos créditos de seus filmes. Foi, junto de Fábio Scorpion e Christian Wave um dos atores mais importantes do gênero pornográfico. Mas isso faz parte do seu passado, pois atualmente ele é evangélico. E é sobre isso que falamos na entrevista a seguir:


Você iniciou na carreira pornográfica muito cedo. Teve o apoio de sua família?
Giuliano - Sim muito cedo, aos 19 anos de idade, mas não tive nenhum apoio, pois todos eram cristãos.
Imagino que ninguém faça filmes pornográficos pela fama, pois a mesma é relativa, muito restrita a um público específico. Você ganhou muito dinheiro?
Giuliano - Sim claro, a fama é conseqüência e satisfaz o ego do ser humano. Mas não ganhei muito dinheiro, no entanto pela situação do nosso país, ganhava bem.
Havia um contrato fixo ou por produção? Como reagiram à sua decisão de não mais protagonizar os filmes?
Giuliano - No início trabalhei por produção, mas veio o reconhecimento internacional e daí passei a trabalhar sob contrato tanto no Brasil quanto no exterior. E quando parei, eles souberam entender.
As experiências vividas nos filmes se confundiam com a sua vida “real”?
Giuliano - Até hoje a maioria das pessoas acha que os atores são filmados em momentos de descontração, que tudo aquilo é fake, porém embora não seja um realyte show, as situações são criadas para parecer verdade. Mas é vale ressaltar que todos os envolvidos estão lá para dar alimento as suas famílias, para criarem seus filhos, e sobretudo, que são pessoas necessitadas de Jesus, como muitas que vivem uma vida infeliz e não optam por querer mudar para melhor.
Quem era o seu público alvo na época de ator pornô? Ainda te admiram, hoje numa postura totalmente contrária?
Giuliano - O público era variado. Homens e mulheres de todas as classes sociais e também de todas as opções sexuais. Hoje, infelizmente, poucos conseguem entender e separar o ator que fui, da pessoa que sou. Aqueles que entendem, apóiam e me dão força para prosseguir no que faço atualmente, pois é benéfico para mim. Óbvio que existem aqueles que não entendem e apedrejam, falam calúnias, não percebem que a vida deles por muitas vezes é um vazio, acham que todos devem ser assim como eles, mas desejo o bem para todos e creio que um dia, eles também poderão entender e aceitar.
O que te fez abandonar uma carreira “sólida” e passar a ser evangélico?
Giuliano - Primeiramente, tive um chamado de Deus, mas passei por uma situação muito difícil, uma infecção generalizada devido a uma mal sucedida extração de dente, fiquei com os rins e o pulmão prejudicados. Temi pelo pior. Foi aí que tive uma experiência com Deus e resolvi mudar. Mas também pela questão familiar, pois eu estava casado há apenas um ano e tinha medo de passar alguma doença para a minha esposa. Vi vários amigos sendo infectados pelo HIV e isso é algo muito difícil, triste. Por amor próprio, à minha família, por querer ver meus filhos crescerem, fui influenciado a mudar de vida.


Há algum colega da época dos filmes que tenha seguido o seu exemplo?
Giuliano - Sim, graças a Deus há alguns, mas diferentemente de mim, eles optaram por não ter mais uma vida pública, por isso não tenho autorização para citar nomes. Conheço umas 12 pessoas que tiveram a alegria de conhecer a Jesus.
São muitos os “ex - isso ou aquilo” que se utilizam deste artifício para continuarem na mídia, com exceções, obviamente. O que pensa sobre isso?
Giuliano - Sim, infelizmente muitos usam para poder continuar na mídia, e isso gera um desconforto para aqueles que realmente mudaram, pois por não conseguirem ficar afastados de situações contrárias à doutrina da Igreja, expõem a si e aos outros. Se querem transformação precisam renunciar as coisas passadas e experimentar uma nova “vida”.
A maioria dos evangélicos não vê com bons olhos esse modismo, talvez motivados pela superficialidade com que alguns professam a sua fé. Há sete anos como evangélico, no início você sofreu preconceito, ou isso ainda acontece?
Giuliano - Sim. Não diria que a maioria, mas muitos evangélicos já tiveram desilusão com pessoas que apregoam uma mudança, mas não a vivem.  Prejudicam aqueles que tiveram de verdade um encontro com Cristo. Faz sete anos que obtive uma verdadeira experiência com Cristo e infelizmente já sofri e às vezes ainda sofro preconceito, mas compreendo e espero que todos reflitam na história bíblica do apóstolo Paulo, que teve uma real transformação após anos de perseguição aos cristãos.
De qual denominação evangélica você é membro? Já exerce alguma função ministerial? Preparou-se para isso?
Giuliano - Sou membro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Madureira. Uma Igreja que completará 100 anos de história, em 2012. Tem pessoas que insinuam que eu agora quero ganhar dinheiro do povo de Deus, mas precisam saber que sou obreiro da Igreja e não ganho nada por isso, e também não sou proprietário de Igreja alguma, sendo submisso a uma liderança e convenção. Tenho me preparado constantemente nesses sete anos de caminhada, sou formado em Teologia e fiz diversos cursos correlatos para ser obreiro na Casa de Deus. Desempenho a função de Evangelista.
Hoje, como evangélico você consegue manter o status social econômico da época em que atuava?
Giuliano - De fato, não vivo como antes. Tive que renunciar a vida que levava e parei no auge da minha carreira e na época ganhava relativamente bem.  Hoje vivo das vendas de material religioso, como Bíblias, CDs, DVDs, Livros, enfim. E não taxo valores para ir a eventos ou em qualquer que seja a Igreja, ao contrário do que muitos possam pensar, não sou explorador, mas Deus, nada deixa faltar para mim e toda a minha família. Vivemos com cerva de 20% do valor que vivia antes, mas o importante é que sou feliz e não sou obrigado a fazer o que não quero.
Como é a sua rotina atual?
Giuliano - Minha rotina é simples... Fora os afazeres comuns a todos, costumo reservar as manhãs para ler a Bíblia, algum livro, checar meus emails. Isso quando não estou viajando. Também estou sempre visitando clientes que adquirem os materiais os quais já citei, e assim vou caminhando com Jesus.
Talvez um livro sobre parte da sua vida lhe daria um bom retorno. Já pensou em escrevê-lo?
Giuliano - Sim, penso nisso. E a propósito, estou procurando uma pessoa que queira escrever a minha Biografia comigo e uma Distribuidora que entre nesse negócio. Está aberto aos interessados.
Você participou de alguns programas de televisão em diferentes emissoras. Sentiu maldade nas perguntas de algum apresentador?
Giuliano - Não. Tudo tranqüilo, pois estou acostumado aos temas, mas confesso que tenho evitado estar em alguns programas que querem polemizar em cima da minha imagem.
O que pode dizer aos jovens que por acaso pensem em entrar no mundo ilusório e perigoso da prostituição?
Giuliano - Que não entrem nessa, pois é tudo ilusão. Perdi anos da minha vida pensando que iria ser alguém e quando percebi, vi que estava escravo do sistema e ainda discriminado pela maioria da sociedade. Estudem, busquem a Deus, se dediquem, este é o segredo para se adquirir sucesso e realizações em suas vidas.
O POSSO CONTAR CONTIGO? agradece a gentileza e deseja que você seja bem sucedido em tudo o que se proponha a fazer. 


Acesse o site oficial do Giuliano Ferreira e saiba detalhes do seu testemunho, aqui.

sábado, 9 de abril de 2011

De Volta às Tramas Nordestinas?!

Queríamos saber se você deseja que o autor Aguinaldo Silva volte às tramas nordestinas. Eis o resultado:

SIM 93% 
NÃO 7%

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Mergulho na política não esconde limitações de "Amor e Revolução"


Uma boa novela, entre outras qualidades para cair no gosto do público, precisa estar sintonizada com o “espírito do tempo”. Não importa que se passe nos dias de hoje ou no século 18. Basta ser capaz de produzir uma sensação – a de que está tratando de temas próximos, de alguma maneira, ao cotidiano do espectador ou, mais simplesmente, presentes no ar.


Grande investimento do SBT, “Amor e Revolução” conta com esta enorme vantagem. Poucos momentos parecem tão propícios para uma novela ambientada durante os anos mais duros da ditadura militar (1964-1985). Por conta da eleição da presidente Dilma Rousseff, o tema está novamente no ar – assim como esteve, por outras razões, em 1992, quando a Globo exibiu a minissérie “Anos Rebeldes”.
Dilma, como se sabe, participou do combate ao regime numa organização clandestina de esquerda e, por sua atuação, foi presa e torturada barbaramente. Diferentemente do governo Lula, o novo governo dá sinais de que pretende aprovar a chamada Comissão da Verdade, destinada a esclarecer casos de violação de direitos humanos ocorridos durante o regime militar.
Igualmente como “Anos Rebeldes”, “Amor e Revolução” é uma história de amor ambientada nestes anos de chumbo. Mas 2011 não é 1992. Naquele ano, Gilberto Braga foi obrigado a reescrever alguns capítulos a mando do poderoso Boni porque “carregou demais” nas tintas políticas. Hoje, Tiago Santiago parece decidido a, sem perder de vista o “Romeu e Julieta” que imaginou, ir fundo na história política do país.


Essa posição ficou explícita no final do primeiro capítulo, encerrado com o emocionado depoimento da ex-presa política Maria Amélia Teles, cujos filhos, então crianças, a viram ser torturada.


Foi o momento mais impressionante em um capítulo frouxo, que deixou no ar a dúvida se “Amor e Revolução” será capaz, mesmo com todo o vento a seu favor, de seduzir o público.
O texto de Santiago não foi capaz de digerir toda a pesquisa que o embasou. Pareceu, muitas vezes, saído de um livro de história para crianças e, em outras, adotou uma solenidade de discurso de formatura.
Talvez por isso, ou por conta de uma direção pouco inspirada, os atores, em sua maioria, pareciam constrangidos em cena. Apesar do investimento anunciado, as cenas de ação, especialmente as de perseguição aos militantes de esquerda, foram toscas.
Lucia Veríssimo mostrou os seios numa cena romântica e seu companheiro, Licurgo Spínola, foi obrigado a atropelar o bom gosto: “Estamos só nós dois, como Adão e Eva. Vamos pecar no nosso Jardim do Éden”, disse o militante de esquerda para a sua companheira, às vésperas do golpe de 64.
O primeiro capítulo de “Amor e Revolução” foi, enfim, frustrante. Um tema ótimo, num bom momento, não é o suficiente para segurar uma novela.

Texto gentilmente cedido pelo Jornalista Maurício Stycer, repórter especial e crítico do Portal UOL. Publicado originalmente aqui. 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Columbine e a Tragédia de Realengo


Está na homepage do Portal R7. E ao vivo pela Record News. Nas rádios, sites, nos Trending Topics do Twitter, no Wall Street Journal, na mídia internacional.  Uma tragédia chocante, uma chacina de crianças na escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, onde morreram ao menos onze pessoas, dez são crianças. O perfil do desequilibrado que abriu fogo na escola (e também morreu) é clássico. O rapaz jovem, sozinho e antissocial, desajustado, que pega uma arma, atira em inocentes e morre no final.
Não tem como não lembrar da tragédia de Columbine, nos Estados Unidos. Só que até hoje acompanhávamos tudo como se fosse um problema americano. Aqui no Brasil, pensávamos, esse tipo de coisa não acontece. Aconteceu hoje, dia do jornalista.
Isso nos leva a pensar em muitas coisas. Seria um episódio isolado? Será que isso pode acontecer de novo? Será que a mídia influencia os psicopatas a copiarem as loucuras? Eu acho que sim, em muitos casos. Um exemplo clássico é o suicídio. Quando uma pessoa se joga do alto de um prédio, os jornalistas não podem dizer que a pessoa se suicidou. Ele diz que ela pulou e, como consequência, morreu. E que a polícia trabalha com a possibilidade de suicídio. Por que esse cuidado? Porque há provas, estudos que dizem que noticiar suicídio aumenta o índice de suicídios. É o efeito de Werther. No ano de 1774 Goethe publicou o livro "As Desventuras do Jovem Werther", personagem que se suicidava ao final da história. Após a publicação do livro, uma onda de suicídios foi deflagrada, daí o nome do efeito.
As pessoas imitam a mídia. Todas. Algumas copiam o cabelo do personagem da novela, outra copia a roupa da apresentadora. E os desequilibrados talvez copiem as loucuras de outros também.
Esse episódio triste, com inocentes mortos, vai fazer a sociedade refletir e melhorar. Pelo menos é isso que esperamos. Porque sem isso nem mesmo seremos uma sociedade.
Minhas lágrimas, nossa dor, por essas crianças assassinadas.
Nossa solidariedade a todas essas famílias.

Postado originalmente no Blog Querido Leitor e gentilmente cedido pela Jornalista Rosana Hermann - Gerente de Criação do Portal R7. 

domingo, 3 de abril de 2011

Download gratuito - Obra Poética de Vinícius de Moraes

Está disponível pela Brasiliana - biblioteca digital da Universidade de São Paulo, toda a obra poética de Vinícius de Moraes. Você pode fazer download gratuitamente. Acesse aqui.

sábado, 2 de abril de 2011

Teodora já é sucesso!

Teodora é o nome escolhido pelo autor Aguinaldo Silva para um dos principais personagens de Fina Estampa, sua próxima novela das nove. Isso, e apenas isso é o que se pode afirmar, pois o nome da atriz escolhida para interpretá-la ainda é uma incógnita. 

Bastou o autor falar sobre a impossibilidade da atriz Juliana Paes em fazê-la, e descrever as características físicas da provável substituta, para os fãs "representarem" a sua artista preferida. O fato é que se dependesse do "barulho" em torno disso, a Teodora já seria um sucesso. 

O Blog pediu aos leitores que votassem na atriz de sua preferência. Este é o resultado:

A atriz Regiane Alves foi a escolhida com 59%  dos votos

Carolina Dieckmann - 23%
Grazi Massafera - 11%
Monique Alfradique - 3%
Nathália Rodrigues - 2%
Ludmila Dayer - 1% 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Rogério Sabath - Blogueiro Convidado, fala sobre a Masterclass!!!

Pedi ao amigo Rogério Sabath que falasse sobre a sua experiência como um dos participantes do Curso de Roteiristas promovido pelo Aguinaldo Silva (autor da Rede Globo), ele prontamente aceitou e caprichou no relato. Confiram:  


Além de Roteirista, Rogério é Mestre e Especialista em Ortodontia

Foi em 2009, o mês eu não me recordo, mas lembro como eu me sentia: estava triste, decepcionado, ansioso, num quadro quase depressivo. Enfim havia descoberto que a vida não era cor-de-rosa, como sempre acreditei. Numa visita a casa da minha irmã, li num jornal que o famoso escritor de novelas, Aguinaldo Silva, estava promovendo um concurso para descobrir novos talentos.

Sempre fui criativo, contador de estórias. Na adolescência pensava em fazer faculdade de história ou direito. Nessa época aconteceu algo que mudaria meu destino. Depois de mostrar para meu irmão mais velho uma ótima nota que recebi em um conto, ele me disse que aquilo era (...), melhor não escrever a palavra. Argumentou que eu deveria ter uma profissão, que pagasse as minhas contas e me fizesse independente; eu relutei, reclamei, mas concordei. Ele tinha razão, hoje sou dentista e graças a esta escolha e a estabilidade financeira que consegui com ela, posso voltar a sonhar com a literatura novamente.

Voltamos ao concurso... Entrei no link e descobri o Blogão. Foi algo indescritível, era o lugar mais democrático que conheci, redescobri a amizade, o bate-papo, a generosidade, a doação. Tudo de uma forma virtual, mas de uma forma jamais imaginada por mim.  Sem rostos, sem caras, mas com alma. Era a minha turma. Inscrevi-me no concurso e tive fé que seria escolhido, li e reli minha cena para todo mundo que aparecia.  Tamanha foi a intimidade, que cheguei a acreditar que Perpétua, tinha sido criada por mim. (a escolha dos participantes da 1ª Masterclass se deu sobre a criação de uma versão original para esta cena da novela Tieta, do autor Aguinaldo Silva): 


No Blogão, ficávamos no bate-papo a espera do anuncio final. Nessa época conheci a galera dos insones que se autodenominavam, confrades: Meg Santos, Virgílio, Daví, Mourão, Bolivar, Kátia, Ganso, Gybosk, Henriette, Princesa, Kátia, Silvestre, Pedro, Adriano, Guto, Petrucceli, Bruno, Shirley, Lara, e um tanto mais de outros comentaristas.

Quando saiu o resultado da Master, foi muita euforia e também tristeza, eu não estava entre os 15 primeiros. No blogão, ficávamos ansiosos para saber o que acontecia no Rio de Janeiro, como era estar perto do Aguinaldo Silva, como ele se portava, como tratava os colegas, como era a sua voz, o seu método, o que criavam. Tudo em vão, ninguém dizia nada. Cada notícia que saia, era comentada, discutida e se é que pode escrever assim, “palpitada”.

alunos da Masterclass I
A Masterclass já não era só dos 15 que lá estavam, era dos milhares que passavam diariamente pelo blog. Aquele blog transcendeu, virou livro e lá estava a turma no lançamento. Foi minha estréia na literatura, uma página com meu texto, meu nome. Melhor, no livro do Aguinaldo Silva...


Conheci pessoalmente aqueles que não passavam de letras, de sentimentos: Aguinaldo Silva, o moderador, Francisco Patrício, Edu e Jackie e muitos dos confrades do blog. Depois do lançamento que teve direito a muitos artistas, pânico e CQC, fomos para um boteco e ficamos a charlar pela noite adentro. Foi uma alegria uma festa. Então veio a Masterclass 2 e eu entrei na vaga do único candidato que desistiu, enfim tinha a possibilidade de saber tudo que sonhei um ano antes. Dias depois eu estava no Rio.

Rogério, atento às dicas do mestre Aguinaldo Silva
A Masterclass 2 foi a melhor experiência profissional que já tive. Eu não piscava, absorvia tudo, vivia cada segundo, queria que aquela época não passasse. Viramos realmente uma família. O blog mudou, alguns da Master foram contratados para o Lara com Z, e ainda estamos na expectativa de nossa novela ir ao ar também, como aconteceu com Fina estampa, novela desenvolvida na Masterclass 1. Quem ainda não foi contratado sonha com projetos que podem surgir.

colaboradores do autor Aguinaldo Silva na próxima novela das nove da Rede Globo
Terminei de escrever um roteiro de curta metragem , Os traídos. Estou trabalhando na sinopse de uma novela A belzebu, e correndo atrás de umas janelinhas que surgem por aí.



O blog virou portal e algumas coisas mudaram. Temos os textos ferinos de Meire Siqueira, arquiinimiga do Aguinaldo. A boca de Matilde. E ainda os fabulosos textos do nosso queredo Aguinaldo Silva. Muitos dos comentaristas antigos sumiram, outros se desligaram, tantos outros chegaram. Acho que o espaço não funciona mais como um chat. Os comentários agora podem ser maiores e são escritos, na sua maioria, previamente. Sinto um tom de planejamento no que foi escrito pelos comentaristas, o que dificulta a interação das pessoas. Acho que ainda não entendi a vibe do espaço. Aos poucos vamos nos adaptando. A família blogão amadureceu, o relacionamento também, mas o que fica é a gratidão eterna que temos pelo Aguinaldo. Uma das pessoas mais educadas e generosas que conheci, a quem sou eternamente grato. 


Rogério Sabath

 

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